quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Rússia considera deixar Estação Espacial Internacional sem tripulação

Falha recente em voo de cargueiro preocupa Roscosmos que considera operar ISS sem astronautas a partir de novembro
 Desde 2000, ISS é permanentemente habitada por tripulação de dois a seis astronautas

A Rússia pode evacuar a Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) caso não consiga lançar uma missão tripulada ao complexo até o final de outubro ou inicio de novembro.
O lançamento do foguete, que levaria à ISS os russos Anton Chkaplerov e Anatoli Ivanichin, além do americano Dan Burbank, estava previsto para 22 de setembro, mas teve que ser adiado devido ao fracasso do voo do cargueiro Progress M12-M na semana passada.

A nave carregava várias toneladas de equipamentos e alimentos para a ISS, mas caiu 325 segundos após deixar o cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão.

O artefato não atingiu a órbita correta devido a uma falha nos motores do foguete Soyuz-FG, semelhante ao usado para levar astronautas ao espaço.

As causas do acidente ainda não foram esclarecidas e, segundo a Agência Espacial Russa (Roscosmos), podem comprometer os próximos lançamentos.

"Se, por alguma razão, fracassarmos em enviar o novo equipamento até o fim de novembro, devemos estudar todas as opções possíveis, incluindo a de deixar a estação sem tripulantes, já que não haveria como enviar novos tripulantes e suprimentos", disse o diretor Alexei Krasnov, da Roscosmos, nesta segunda-feira.

A decisão seria inédita para a ISS que, desde 2000, tem sido permanentemente habitada por uma tripulação rotativa de dois a seis astronautas.

Atualmente, três astronautas estão a bordo da estação espacial. O norte-americano Ronald Garan Jr. e os russos Andrey Borisenko e Alexander Samokutyaev, que estão em órbita desde abril e deveriam retornar a Terra em 8 de setembro.

A Nasa, a Agência espacial norte-americana, estuda inclusive a possibilidade de reduzir as quantidades de comida dos astronautas caso as dificuldades para transportar as provisões permaneça.

No pior dos cenários, os astronautas teriam que voltar para a Terra a bordo das naves salva-vidas instaladas na ISS devido à falta de mantimentos.

A estação, no entanto, poderia funcionar sozinha, sendo operada temporariamente da Terra, mas a ausência de tripulação a bordo não é uma variável desejável.

As naves russas Soyuz são o único meio para levar e trazer astronautas da estação espacial desde que a Nasa aposentou o programa do Ônibus Espacial em julho, após 30 anos de atividade.

Os Estados Unidos apostam agora na iniciativa privada para buscar um novo tipo de veículo capaz de levar equipamentos e astronautas para a Estação Espacial Internacional.

Fonte | tecnologia.br.msn

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

NASA está desenvolvendo "banda larga" espacial

Novo sistema pode fornecer uma forma de comunicação mais rápida com sondas, reduzindo drasticamente o tempo de transferência de arquivos enviados de Marte para a Terra.
Ilustração de como funcionará o LCRD (Fonte da imagem: NASA)
  A NASA pretende investir US$ 175 milhões em três novos projetos tecnológicos, e pelo menos um deles tem chamado muito a atenção. O Laser Communications Relay Demonstration (LCRD) se trata de um novo sistema que possibilitará a transferência de dados em alta definição, rapidamente, de Marte para a Terra.

O projeto pretende usar um satélite na órbita do nosso planeta para manter a comunicação ótica com as estações na Terra e possibilitar testes em situações adversas, como as causadas pelas condições climáticas, por exemplo. No momento, já existe uma dessas estações na Califórnia e, com o passar do tempo, outras serão construídas.

De acordo com o press release lançado pela NASA, a sonda Mars Reconnaissance Orbiter (MRO) usa uma banda de 6 Mbps, levando até 90 minutos para transmitir uma imagem em alta resolução para a Terra. Com a nova tecnologia de transmissão, uma sonda equivalente teria 100 Mbps à sua disposição, sendo capaz de transferir o mesmo arquivo em até 5 minutos.

Fonte | tecmundo

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Avião de brinquedo com turbina de verdade chega a 586 km/h

Em vídeo caseiro, aparelho comandado por controle remoto demonstra sua potência.



Você é um daqueles fanáticos por aviões de brinquedo? Normalmente, aqueles que são destinados a brincadeiras infantis não atingem velocidades extremamente altas, principalmente por questão de segurança. Em um vídeo no YouTube, entretanto, você pode conhecer o outro lado: um aeromodelo que chega a incríveis 586 km/h.

O avião usa uma turbina Jetcat P160 SE, utilizada em aeromodelos muito maiores. Para o lançamento, ela é aquecida por alguns segundos e faz um barulho bastante alto, até que o veículo começa a voar. A velocidade impressiona: parece fácil perdê-lo de vista, mas o “piloto” consegue pousá-lo em segurança no mesmo local.

Fonte | tecmundo

Empresa russa promete hotel no espaço em 2016

Orbital Technologies revela planos de manter um hotel para turistas espaciais. O preço, porém, não é dos melhores.
Empresa promete que o hotel será mais confortável do que a ISS (Fonte da imagem: Orbital Technologies)
 
A companhia russa Orbital Technologies desenvolveu uma espécie de hotel espacial, que ficará em órbita ao redor da Terra e poderá hospedar até sete hóspedes em quatro cabines. Porém, se você deseja passar as férias no espaço, é melhor começar a poupar dinheiro desde já. Viagem e estadia de cinco dias custarão US$ 942 mil.

Obviamente, tanto investimento deve compensar. Além da vista maravilhosa, os turistas terão um conforto que nem mesmo os astronautas da NASA possuem. O CEO da empresa, Sergei Kostenko, faz questão de dizer que, internamente, o hotel não se parecerá com a Estação Espacial Internacional.

Com previsão de lançamento para o ano de 2016, os hóspedes poderão escolher entre camas verticais ou horizontais. Além disso, os chuveiros serão selados, para que a água não saia flutuando por causa do ambiente de microgravidade, e os vasos sanitários usarão o ar para se livrarem dos dejetos.
Por falar em ar, não precisa se preocupar: ele será constantemente filtrado para eliminar a presença de bactérias e odores desagradáveis. A comida será preparada na Terra e esquentada no espaço, com a ajuda de fornos de micro-ondas. O consumo de álcool não será permitido e os turistas terão o acompanhamento constante de uma equipe técnica especializada.

Fonte | tecmundo

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Moto da Hyundai inspirada na musculatura humana é apresentada por designer

Conceito futurista se adapta ao corpo, e pode relaxar ou contrair, dependendo dos movimentos do veículo. 

Moto conceito não tem guidão (Fonte da imagem: Yanko Design)
 
Motos não são organismos vivos, mas podem ter músculos. Essa é a ideia por trás do conceito de moto da Hyundai, apresentado pelo designer Min Seong Kim. Inspirada na musculatura humana, o veículo pode estender e contrair seu material, da mesma forma que os músculos funcionam em nosso corpo.
Segundo Kim, a moto seria uma extensão do corpo de quem a dirige, ajudando o condutor a guiá-la. Ao virar uma esquina, todo o material da moto relaxaria para fazer a curva. Ao acelerar, o material se contraria, para ficar rígido.

Fonte | tecmundo 

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Deputado Quer Incentivar Comercialização de Carros Elétricos no Brasil

O Brasil tem poucos veiculos  elétricos nas ruas porque eles são comercializados apenas por uma grande fábrica na versão híbrida (que também depende de combustível). De acordo com Luiz Artur Pecorelli Peres, professor de Engenharia Elétrica da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), este tipo deveiculo  é montado no México e, por causa dos impostos e da importação, chega ao País por, praticamente, o dobro do valor de um carro similar.

O deputado Sabino (PSC) irá propor a criação de uma frente parlamentar para apoiar iniciativas em torno da comercialização do carro elétrico. O anúncio foi feito durante a palestra “Veículo elétrico e políticas públicas”, proferida pelo presidente da Associação Portuguesa do Veículo Elétrico, Robert Stüssi, ex-presidente das Associações Mundial e Europeia do Veículo Elétrico, nesta segunda-feira (20/06), na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).

“A Alerj pode ser a grande mobilizadora na implantação de um programa de introdução do carro elétrico no nosso estado. Cidades como Londres, que vão realizar as Olimpíadas, impuseram a si próprias o desafio de ter toda a frota que vai servir os atletas e os jogos com carros elétricos. Por que não fazermos a mesma coisa no Rio de Janeiro?”, questionou Sabino. Para o parlamentar, o veiculo  elétrico é o futuro, a virada de página, uma nova revolução automobilística no mundo.

“O Parlamento fluminense tem que estar inserido neste processo de renovação”, frisou o deputado, ressaltando ainda que a Casa poderia, de forma inédita, adequar a sua frota para carros elétricos. Sabino disse que vai tentar mediar com governos, universidades e empresários para que o Brasil possa sediar, pela primeira vez, uma conferência nacional sobre o assunto, uma das sugestões trazidas por Robert Stüssi.

“Já tivemos conferências em alguns países, principalmente em nações da Europa. Cada país tem uma forma diferente de se engajar na abertura da produção e comercialização do carro elétrico e, quando há um esforço conjunto de vários setores, tudo fica bem mais fácil. Por isso, é tão importante a divulgação das vantagens e o debate sobre todas as questões que envolvem o veículo elétrico”, afirmou Stüssi.

Segundo o palestrante, é necessária a implementação de políticas públicas que alavanquem essa indústria, para diminuir os custos e aumentar o número de consumidores. O Brasil tem poucos carros elétricos nas ruas porque eles são comercializados apenas por uma grande fábrica na versão híbrida (que também depende de combustível). De acordo com Luiz Artur Pecorelli Peres, professor de Engenharia Elétrica da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), este tipo de carro é montado no México e, por causa dos impostos e da importação, chega ao País por, praticamente, o dobro do valor de um carro similar.

“Acredito que, em 2012, tenhamos oportunidade para tratar dessa comercialização. Mas é bom lembrar que, quando falamos de veículos elétricos, também nos referimos a, por exemplo, bicicletas elétricas e motos elétricas, muito interessantes, porque você pode tirar a bateria e levar para carregar na sua casa. O carro vai demorar um pouco mais, mas há muitas iniciativas nesse sentido. Dependemos agora de políticas públicas e de vencer a questão dos impostos, uma grande barreira”, frisou Peres.

José Marcos Domingues, professor de Direito Financeiro da Uerj, afirmou que a carga tributária cobrada pelos governos federal, estadual e municipais pode ser adequada para servir de incentivo ao veículo elétrico. “Não há sentido termos uma carga tributária de IPI de 25% no plano federal e de 18 a 19% no plano estadual, mais o IPVA de até 4%, e o não reconhecimento do mérito dos imóveis que abriguem eletro postos e oficinas, para fim de redução de taxas municipais como o IPTU e o ISS”, citou.

O professor explicou também que o IPI de 25%, o mais elevado, é aplicado para veículos a diesel, que são mais poluentes. “O elétrico não emite nenhum gás. Se o veículo a álcool ou flex paga 11%, porque o elétrico pagará 25%, já que não polui como o diesel?”, questionou. “É possível trabalhar a fim de que o estado brasileiro possa contribuir e reduzir a carga tributária no momento de arrancada de uma nova indústria, para que, assim que ela se desenvolver, pague menos tributos”, explicou Domingues.

(texto de Marcela Maciel)

Engenheiro quer popularizar veiculo elétrico no Brasil

Cansado de esperar por uma solução do governo federal para viabilizar as vendas de veículos elétricos no Brasil, o engenheiro de computação Elifas Gurgel, de Brasília, criou seu próprio veiculo elétrico.

O Gol G4 recebeu, além de ummotor elétrico, baterias (de chumbo ou íon/lítio), um inversor para controlar a aceleração, sistemas de gerenciamento, um carregador e a parte eletrônica.

Com autonomia de 150 km, pouco menos do que os 170 km do Nissan Leaf, o Gol G4 elétrico de Elifas precisa de oito horas para carregar e tem custo de R$ 0,07 por quilômetro rodado com eletricidade. Segundo o engenheiro, que roda diariamente pelas  ruas do Distrito Federal, o automóvel já percorreu 15 mil km e deixou de emitir 2,5 toneladas de CO2.

“O que eu fiz foi transformar uma estrutura já existente e adaptar ao funcionamento com motor elétrico. As montadoras já têm toda a escala de produção e a estrutura do carro.  Não seriam necessárias muitas alterações na linha de montagem”, explica Elifas, que já presidiu a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

O kit de conversão custaria entre R$ 13 mil e R$ 15 mil. “Com esse valor, o investimento pode ser recuperado no prazo de dois a cinco anos, já que a pessoa vai deixar de gastar com combustível. Além disso, um carro elétrico precisa de menos manutenção, sem troca de óleo, filtros, velas, bombas e outras partes”, explica.

O objetivo de Elifas é ter sua própria fábrica de kits de conversão e entregar as primeiras encomendas em até dois anos. O plano é instalar a empresa em Fortaleza, no Ceará, para desfrutar de possíveis parcerias com a Companhia Energética do Estado e com o Banco do Nordeste.

O caminho até obter o apoio governamental será longo. Por enquanto, ele só conseguiu a homologação do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) para carros convertidos com seu kit.

A boa notícia é que ao menos 800 pessoas já demonstraram interesse pelo kit de conversão desenvolvido pelo engenheiro.

R7 Notícias (por Lucas Bessel) / Foto: François 
Fonte | veiculoeletrico

Grupo de Hackers promete derrubar o Facebook

Se você (assim como eu) é usuário do Facebook… Prepare-se, pois alguns problemas podem surgir a partir do próximo dia 5 de novembro. Um grupo de hackers que se autodenomina Anonymus promete “destruir” o site da rede social a partir da data mencionada acima.

A ação do grupo é motivada pelas práticas anti-privacidade realizada pelo Facebook sendo que está circulando pela internet um vídeo do grupo citando que a rede social tem passado informações dos seus usuários para agências do governo americano. Outro ponto que motiva a ação do grupo está relacionada a dificuldade de se realizar as configurações de privacidade, as mesmas são confusas e de difícil acesso (tente excluir a sua conta do Facebook para entender esta dificuldade).

Ainda não existe nenhum tipo de detalhe sobre como será realizado o ataque, porém suspeita-se de que será um ataque DDoS, o mesmo deixaria o acesso a rede inacessível por algum tempo. 

Não sei qual é a real intenção da divulgação na internet deste ataque, quem sabe pode ser para tentar promover o mesmo e ganhar mais adeptos, porém ele acaba por alertar o Facebook que pode preparar seus servidores para que o ataque não tenha o resultado esperado pelos seus criadores.

Fonte | por Marlon (eletronicoblog)