segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Um robô voador feito com Kinect

O projeto é um aeromodelo que detecta presença de objetos, desviando deles e excluindo a necessidade de um controlador
Depois de vários hacks, como o do Super Mario, o Kinect virou objeto de estudos da Universidade de Berkeley, nos Estados Unidos, onde alguns estudantes de engenharia eletrônica conseguiram criar um robô voador utilizando o acessório.

O projeto STARMAC, como é chamado, é um aeromodelo simples de quatro hélices mas, diferente dos convencionais, ele detecta objetos com a ajuda do Kinect. Dessa forma, é capaz de desviar deles e voar sem necessidade de comandos. Assista ao vídeo abaixo e entenda melhor o funcionamento do hack!



Fonte | olhardigital

Robô humanóide controlado pelo Kinect


Desde que foi lançado, o controle de movimentos da Microsoft, Kinect, abriu não só um novo horizonte para o seu console, mas também para os vários cérebros criativos da área de tecnologia expandirem seu uso.

Foi o que um japonês fez ao controlar um pequeno robô utilizando os movimentos do seu corpo via Kinect.

 
Fonte | clubedos5

Que tal controlar um Robô com o Iphone?

Para quem possui um iphone já sabe a infinidade de programas e utilidades que se pode ter por meio dele. Que tal controlar um robô dando a ele movimentos incríveis tudo através do seu iphone? Isso é possível graças às inovações tecnológicas que acontecem a cada instante no mundo na robótica que permite cada vez mais criações incríveis como esse robozinho feito para ser controlado pelo iphone.

Veja o video abaixo, muito interessante!


domingo, 27 de fevereiro de 2011

Robô funciona com 'cérebro' feito de neurônios de verdade no Reino Unido

Colocadas em meio de cultura, células transmitem instruções via sistema Bluetooth.

Intenção dos pesquisadores da Universidade de Reading é estudar memória humana.

Pesquisadores da Universidade de Reading, no Reino Unido, criaram uma forma fascinante e inusitada de ciborgue: um conjunto de neurônios (células nervosas) que controla um robozinho em laboratório. 

A colônia neuronal, cultivada numa placa de vidro, está colocada sobre um conjunto de multieletrodos (MEA, na sigla inglesa), que captura os sinais elétricos que chegam dessas células. Sempre que o robô se aproxima de um objeto, manda sinais de volta para os neurônios. Dessa maneira, os cientistas britânicos esperam que a rede neurológica "aprenda" a se desviar de objetos e "memorize" caminhos. A idéia é usar o sistema para estudar o funcionamento do cérebro.

  
Fonte | G1

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Prótese robótica controlada pelo cérebro aguarda aprovação governamental

Muitas pessoas sonham com o dia que existirá no mercado opções mais práticas de próteses, a perda de um membro é um trauma grande a qualquer ser vivo. Há muitos anos que cientistas e engenheiros de robótica estudam próteses mais fáceis de controlar e que realmente tenham utilidade além da questão estética para as pessoas.

DARPA criou prótese de um braço (chamado de Luke) que é controlada pelo cérebro do portador, esse modelo e estudos foram enviados para aprovação da FDA (Food and Drug Administration) - orgão norte-americano que tem a responsabilidade de aprovar e controlar medicamentos, alimentos e outros itens naquele país.

A análise e aprovação de produtos pode demorar até quatro anos, mas mesmo que leve todo esse tempo, ainda é curto para a tecnologia envolvida em uma prótese robótica. Com a aprovação do braço robótico os investimentos para outras partes do corpo devem aumentar, e em breve estarão disponíveis no mercado.

Fonte | eletronicoblog

Tendência automobilística: carros com direção automática

Não é surpresa para ninguém que os carros do futuro provavelmente se dirigirão sozinhos. De certa forma, a indústria automobilística já avançou muito nesse ponto, e os carros estão cada vez mais automáticos.

Um novo carro da Mercedes, que custa cerca de R$ 167.000, é um dos que pretende dar aos nossos pés um descanso durante engarrafamentos. Ele detecta o quão longe estão os outros carros e, em seguida, acelera e desacelera em conformidade. Não há necessidade de fazer nada, sem mesmo pisar no freio. Apenas conduzir o volante.

Em outubro, o Google anunciou que havia desenvolvido uma frota de carros que usa vários sensores e mapas para “sentir” a pista (foto). Durante os testes, os carros se auto-dirigiram por mais de 225.000 quilômetros. 

A edição mais recente dessa tendência vem da General Motors, que apresentou o EN-V (abreviação para “Electric Network Vehicle”, ou veículo elétrico de rede). O carro parece um “casulo”. Rola sobre duas rodas, alinhadas como as rodas fronteiras de um carro, não como uma bicicleta. Por enquanto, ele está no estágio de protótipo. A GM diz que eles poderiam estar no mercado em 2030, a um custo de cerca de R$ 16.000. 

O EN-V mede cerca de 2 metros cúbicos. Duas pessoas cabem confortavelmente, mas não há muito espaço para mais nada. Provavelmente, cabem 5 ou 6 vezes mais EN-Vs em um estacionamento do que automóveis convencionais.

O carro combina duas ideias sobre condução automática: sensores como câmeras e sonares para impedir o carro de bater ou atropelar pedestres, e tecnologia de rede que permite que os carros se comuniquem. Esta “internet” permite que carros se conectem sem fios e sigam um ao outro como vagões de um trem. Se um EN-V tiver que sair da linha, ele pode.

Ele funciona com bateria e se conecta a uma parede, com uma velocidade máxima de cerca de 49 quilômetros por hora e um alcance de cerca de 50 quilômetros. Não é muito, mas é o suficiente para ser útil em reduzir o congestionamento nos centros urbanos, em especial cidades de alta densidade na China e na Índia. O carro também tem como objetivo melhorar a segurança no trânsito – já que os humanos provavelmente não conseguirão isso sozinhos.

Mesmo que os carros possam se comunicar uns com os outros e se dirigem sozinhos, os motoristas podem tomar o controle, se desejarem. Isso é importante, tanto por razões de segurança quanto para os motoristas poderem obter alguma sensação de prazer do veículo. Um “joystick” faz às vezes de volante do veículo, orientando e acelerando o carro.

Ainda assim, os desenvolvedores afirmam que há uma série de obstáculos que precisam ser superados antes algo parecido com o EN-V chegar ao mercado. Os sinais sem fio que permitem a comunicação dos veículos são problemáticos, pois hackers, em teoria, poderiam acessá-los e enviar os carros fora da pista. A perda de conexão sem fio também pode fazer com que o sistema automatizado perca o controle do carro.

Mesmo com os obstáculos, o futuro desse conceito é praticamente garantido. A tendência da tecnologia automática é transformar a nossa forma de dirigir carros.

Fonte | hypescience

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Minúsculo e completo: cientistas criam menor computador do mundo


O menor computador do mundo foi lançado recentemente. Os pesquisadores afirmam que ele é o primeiro sistema de computação completo em escala de milímetros – o aparelho tem o tamanho da letra “N” nessa frase.

O sistema é voltado para aplicações médicas. O protótipo é um monitor implantável de olho que acompanha continuamente o progresso de pacientes com glaucoma, doença potencialmente cegante. 

Em um pacote que é um pouco mais de um milímetro cúbico, o sistema possui um microprocessador de baixa potência e um sensor de pressão, uma memória, uma bateria de filme fino, uma célula solar e um rádio sem fio com uma antena que pode transmitir dados a um leitor externo.

O processador é intra-ocular e tem consumo de energia extremamente baixo – faz medições a cada 15 minutos e consome uma média de 5,3 nanowatts. Para manter a bateria carregada, ele exige a exposição a 10 horas de luz interior ou 1,5 horas de luz solar a cada dia. O dispostivo pode armazenar até uma semana de informação.

Embora o sistema minúsculo seja completo, não se comunica com outros dispositivos como ele. Isso é uma característica importante para qualquer sistema direcionado para redes de sensores sem fio. A chave para esta unidade se ligar com outros computadores para formar redes sem fio é um rádio compacto que não necessita de ajuste para encontrar a frequência correta.

Vamos ser um pouco nerds agora: a Lei de Moore diz que o número de transistores em um circuito integrado dobra a cada dois anos, praticamente dobrando o poder de processamento. A Lei Bell diz que uma nova classe de computadores menores e mais baratos vem a cada década.

Com cada nova classe, o volume diminui por duas ordens de grandeza e o número de sistemas por pessoa aumenta. A lei tem sido mantida desde os computadores gigantes de 1960, até computadores pessoais (pcs) de 80, os notebooks de 90 e os smartphones de hoje.
O próximo grande desafio é conseguir sistemas em escala de milímetros que têm uma série de novas aplicações para o monitoramento de pessoas (e suas partes do corpo), ambientes e edifícios.

Tal dispositivo só deve estar disponível comercialmente daqui a alguns anos. Segundo os pesquisadores, no futuro esses computadores poderiam rastrear poluição, monitorar a integridade estrutural, executar fiscalizações, ou tornar praticamente qualquer objeto inteligente e rastreável.

Fonte | hypescience

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Samsung lança notebook ultrafino para brigar com Apple

Modelo 9 Series vem para competir com o MacBook Air, lançado em outubro.
Reuters - A Samsung Electronics lançou um notebook ultrafino na quinta-feira, numa tentativa de ampliar sua presença no segmento mais sofisticado do mercado de computação pessoal móvel, dominado pela Apple.

A Samsung, que emerge como uma das mais fortes rivais a desafiar a Apple nos mercados de smartphones e computadores tablet, também ataca o setor de notebooks, no qual a Apple tenta replicar o sucesso que teve com o iPhone e o iPad com a linha MacBook.

A Samsung lançou o modelo 9 Series para competir com o ultrafino MacBook Air, lançado em outubro. A companhia sul-coreana afirmou que o novo notebook custará 2,5 milhões de wons (2.218 dólares) na Coreia e que será lançado a partir do próximo mês nas Américas e Europa.

A Apple superou a Hewlett-Packard no trimestre passado como maior fabricante de computadores móveis do mundo, impulsionada pelas fortes vendas do iPad, segundo a empresa de pesquisa de mercado DisplaySearch. A empresa vendeu mais de 10 milhões de notebooks e tablets no último trimestre, obtendo uma participação de mercado de 17%, quase um milhão a mais que a HP, que ficou com 15,6% do mercado.

A Samsung afirmou nesta quinta-feira que tem como meta ser a sexta fabricante mundial no mercado de computação pessoal móvel este ano, um posto acima do ranking do ano passado.
Especificações:

• CPU: Intel® CoreTM i5 Processor 2537M (1,40 GHz, 3 MB; turbo até 2,3 GHz)
• Sistema operacional: Genuine Windows® 7 Home Premium (64 bit) / Windows® 7 Professional (64 bit)
• Memória RAM: 4 GB DDR3
• Armazenamento: 128 GB SSD
• Tela: 13.3 polegadas HD LED-backlit SuperBright Plus
• Resolução: 1366x768
• Gráficos: Intel HD GT2 Integrated Graphics
• Bateria: Lítio-Polímero, com duração de até 6,5 horas
• Peso: 1,3 kg.


Fonte | Baixaki

Brasil prepara lançamento inédito de foguete em 2012, mas seu uso é incerto

 
O Brasil prepara, para 2012, um feito inédito em seu programa espacial: pela primeira vez, irá colocar no espaço, a partir do seu próprio solo, um foguete com um satélite a bordo.
Trata-se do Cyclone-4, foguete de fabricação ucraniana que deve ser lançado no ano que vem da base de Alcântara (MA), em uma parceria que começou a ser orquestrada em 2003. Pelo acordo, o Brasil entra com a base, e a Ucrânia, com a tecnologia do foguete.

Um lançamento bem-sucedido pode elevar o status dos dois países no cenário espacial global. No entanto, um dos dilemas do programa é quanto ao uso que o Brasil poderá dar ao Cyclone-4. Alguns especialistas ouvidos pela BBC Brasil consideram “altamente questionável” sua viabilidade comercial.

Uma questão-chave é a capacidade limitada de carga do Cyclone-4: para a chamada órbita geoestacionária, em que o satélite fica a 36 mil km de altitude e parado em relação a um ponto na superfície da Terra, o foguete só consegue levar carga de 1,6 mil quilos, o que é considerado insuficiente para muitos satélites de comunicação.

“O programa foi inicialmente proposto como uma empreitada de cunho comercial, e que deveria se sustentar com a venda dos serviços de lançamentos de satélites. Mas sua evolução não corrobora essa hipótese”, disse José Nivaldo Hinckel, coordenador do departamento de mecânica espacial do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

Fontes ligadas à ACS, empresa binacional criada pela parceria Brasil-Ucrânia, admitem que será necessário encontrar um “nicho de mercado” para o Cyclone-4, já que muitos satélites públicos e privados não cabem no foguete. Mas a empresa diz que já está participando de concorrências internacionais e que negocia qual satélite participará do lançamento inicial do foguete.

Vantagem geográfica

Para Carlos Ganem, presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), o programa com a Ucrânia “inaugura um tempo novo” para o Brasil e permitirá que o país usufrua de sua vantagem geográfica.

Como Alcântara fica próxima à Linha do Equador, lançamentos feitos ali permitem o uso eficiente do movimento de rotação da Terra, gastando 30% a menos de combustível no envio de foguetes ao espaço.

Além de serem considerados importantes pelo uso em telecomunicações, os satélites são muito usados para coletar informações sobre clima, navegação, ocupação de solo e monitoramento da região amazônica.

“São essenciais para que o Brasil exerça sua autonomia”, opinou Ganem, dizendo que o país ambiciona ter satélites feitos em parceria com Argentina e África do Sul que possam ser lançados em Alcântara.

Para Hinckel, do Inpe, porém, “é difícil justificar um programa espacial autônomo (como o do Cyclone) sem que o segmento de comunicações geoestacionárias seja contemplado”.

Fernando Catalano, professor de engenharia aeronáutica da USP de São Carlos, disse achar importante o desenvolvimento proporcionado à base de Alcântara, mas considera improvável que o lançador traga lucros de curto prazo para o Brasil ou que elimine a dependência do país para lançamentos de satélites.

Preparativos

Do lado brasileiro, a ACS diz que está preparando a parte estrutural de Alcântara para o lançamento do Cyclone-4.

Já do lado da Ucrânia, 16 empresas estão contribuindo para a construção do foguete, na cidade de Dnipropetrovsk (centro-leste do país). Segundo os projetistas, essa versão do Cyclone terá alta precisão e um aumento de 30% na capacidade de carregar combustível. O artefato terá vida útil estimada de entre 15 e 20 anos.

Para Ganem, trata-se de “um lançador confiável, da escola soviética”.

Para Catalano, é um foguete não muito grande nem muito caro, e a família Cyclone, existente desde 1969, tem um histórico bem-sucedido (em 226 testes de lançamento, houve apenas seis falhas).

Segundo a ACS, outro ponto importante é que não haverá contato humano com o foguete na base. Isso impediria a repetição do ocorrido em 2003, quando uma explosão no VLS (Veículo Lançador de Satélites) resultou na morte de 21 técnicos em Alcântara.

No entanto, Hinckel cita preocupações com o combustível propelente “altamente tóxico” que será usado no lançamento. A ACS alega que não haverá manuseio do combustível – que virá da China, via navio –, apenas de seu recipiente.

Tecnologia

Em aparente mostra da preocupação com a viabilidade comercial do projeto, telegramas diplomáticos divulgados pelo site WikiLeaks apontaram recentemente que a Ucrânia sugeriu aos Estados Unidos que lançassem seus satélites a partir de Alcântara.

Os documentos indicam que os americanos condicionaram seu interesse pela base à não transferência de tecnologia ucraniana de foguetes ao Brasil.

O embaixador ucraniano em Brasília, Ihor Hrushko, disse à BBC Brasil (em entrevista prévia ao vazamento do WikiLeaks) que formalmente não há acordo para a transferência de tecnologia no Cyclone-4, mas sim expectativa de que a parceria bilateral continue “para que trabalhemos em conjunto em outros processos”.

Ele disse que transferir tecnologia não é algo de um dia para o outro, “é um processo duradouro, de anos”.

Mas ele afirmou que o Brasil é o “sócio mais importante” da Ucrânia no continente – tanto que, em 10 de janeiro, o presidente do país, Viktor Yanukovich, telefonou à presidente Dilma Rousseff para falar sobre a expectativa de criar uma “parceria estratégica” com o Brasil a partir do foguete. Os dois presidentes esperam estar presentes no lançamento do artefato.

A ACS, por sua vez, afirmou que a expectativa de transferência de tecnologia existe, mas ressaltou que não é esse o objetivo do tratado binacional.

Ainda que o intercâmbio tecnológico seja considerado importante para os especialistas consultados pela BBC Brasil, alguns destacam que a não transferência acabou estimulando o desenvolvimento de tecnologias brasileiras.

É o caso do satélite CBERS-3, que será lançado na China em outubro, com o objetivo de monitoramento ambiental e controle da Amazônia: suas câmeras foram produzidas em São Carlos (SP), com tecnologia nacional da empresa Opto.

Fonte | noticias.uol.com.br

Robô Ressuscitado - Ele é capaz de se reconstruir depois de destruído!

Roboticistas da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, construíram um robô com uma habilidade única: depois de desmontado ele é capaz de localizar suas peças, ordená-las e colocá-las no lugar, reconstruindo a si mesmo.
Robô fênix
O CKbot, como foi batizado o robô que renasce dos seus próprios pedaços, foi idealizado pela equipe do professor Mark Yim.
O CKbot é formado por 15 módulos individuais que operam como três clusters de cinco módulos cada um.
Cada módulo individual contém o seu próprio computador, bateria e programa para atuar de forma independente. Cada módulo é ainda equipado com sensores de proximidade e uma junção motorizada que permite que ele gire 180 graus.
Todos os módulos também possuem uma câmera digital capaz de capturar até 20 quadros por segundo, um LED que fica piscando constantemente e um acelerômetro. É a operação conjunta desses três mecanismos que permite que o robô localize suas próprias partes depois que ele é desmontado e se reconstrua.



Fonte | inovacaotecnologica

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Relógio carnívoro utiliza moscas como fonte de energia.

Aparelho captura moscas e transforma energia orgânica em energia elétrica para girar as engrenagens.



Inspirados em plantas carnívoras, os designers James Auger e Jimmy Loizeau criaram um protótipo que promete dividir opiniões. Trata-se de um relógio de parede que não utiliza energia elétrica oriunda de pilhas ou painéis solares, mas de moscas. Isso mesmo, o relógio utiliza energia orgânica de moscas para criar energia elétrica, sendo um verdadeiro gadget carnívoro.

Ele funciona da seguinte maneira: uma folha de armadilha para moscas fica exposta no local em que o relógio está, atraindo as moscas para perto e fazendo com que elas fiquem presas. A folha continua girando e leva os insetos até outra parte do aparelho, onde elas serão mortas em uma substância preparada para isso.

 
Fonte da imagem: InventorSpot

As moscas são transformadas de matéria orgânica para energia elétrica devido ao sistema criado para o relógio. São necessárias cerca de oito delas para alimentar o relógio por um período do 12 dias. Os criadores agora esperam por incentivos financeiros para continuar com o projeto.

Fonte | Baixaki

Conceito: guarda-chuva inflável para bicicletas

(Fonte da imagem: Mohsen Saleh)
 
O designer Mohsen Saleh criou um conceito de guarda-chuva bem diferente para quem não dispensa um bom passeio de bicicleta. Trata-se da “Inflatable Fairing” ou, capota inflável. A ideia da proteção parece ser bem simples, mas exige um tipo de bicicleta diferente ao que estamos acostumados.

A proteção foi especialmente projetada para bicicletas PRO-STRAIGHT, que também começaram como um conceito de produto e agora têm sua produção cogitada. A bicicleta permite que o ciclista atinja maiores velocidades, pois sua aerodinâmica foi projetada para diminuir ao máximo a resistência do ar.

Quando montado na PRO-STRAIGHT, o guarda-chuva inflável envolve o ciclista, criando uma espécie de abrigo. Dessa forma não há como a chuva entrar pelas laterais, mesmo com ventos fortes. Nos países com neve, o Inflatable Fairing além de impedir o contato com os flocos de neve também mantém o atleta mais aquecido.

Fonte | Baixaki

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Sony lança celular da plataforma PlayStation


Recentemente, durante um congresso mundial de celulares, a Sony lançou o primeiro telefone celular incorporado ao sistema de jogos PlayStation Portable (PSP), o Xperia Game, que deve ir à venda em março com títulos de 20 parceiros de jogo da empresa.

Especialistas acreditam que o celular seja uma tentativa de dar nova vida a plataforma, em face da concorrência dos smartphones com jogos.

Nos últimos anos, as vendas do PSP têm diminuído gradualmente. Dados de outubro de 2010 mostram que a companhia vendeu 3,6 milhões de PSPs, contra 4,2 milhões no ano anterior.

A Sony tem estado sob pressão para reinventar sua plataforma de jogos portáteis, que foi lançada em 2004 e se manteve praticamente inalterada. A ameaça do IPhone da Apple tornou a mudança ainda mais necessária.

O novo dispositivo lançado, que roda o sistema operacional Android do Google, incorpora um painel de controle e contará com um catálogo de jogos, desde a série Arte Eletrônica da Fifa até Assassin’s Creed, The Sims e Dungeon Defender.

A Sony também deverá lançar um sucessor mais poderoso para o PlayStation Portable, de codinome NGP.
Durante o mesmo congresso, a LG lançou o primeiro telefone celular com capacidade 3D, que permite que os usuários gravem imagens e vídeos em 3D, bem como enviem seus vídeos diretamente ao YouTube.

Alguns analistas de pesquisa afirmaram que a demanda dos consumidores por celulares 3D é “incerta”, no entanto, a experiência de usar o telefone é “melhor do que muitos podem esperar”.

Outros especialistas defendem melhor a tecnologia, dizendo que mais filmes estão sendo vendidos em 3D e que é ótimo comercializar o avanço em uma tela pequena.

Fonte | hypescience | 17.02.2011

Excrementos de astronauta podem ser combustível para foguetes

Vamos deixar claro que esse título, por enquanto, é apenas uma possibilidade, mas já tem gente pensando seriamente sobre o assunto. E os incentivadores dessa possibilidade não são restritos à NASA (que também está envolvida), a iniciativa parte das Nações Unidas (UNESCO). O projeto, com custo aproximado de 5 milhões de dólares (o equivalente atual a cerca de 8,6 milhões de reais) consiste em enviar um satélite ao espaço para responder justamente a essa pergunta: fezes humanas podem movimentar veículos espaciais?

A protagonista dessa história é uma bactéria chamada Shewanella MR-1, que é capaz de digerir os excrementos de todos nós. Os resultados dessa refeição são largas quantidades de hidrogênio, cuja aplicação como combustível tem sido amplamente estudada nos últimos anos. Pois bem, amostras dessa bactéria serão levadas ao espaço, e o desafio do pessoal da NASA é ver se realmente funciona usá-las para produzir combustível. Em caso positivo, bastará fazer um mecanismo de separação do hidrogênio, e pronto; os astronautas poderão produzir combustível sempre que forem ao banheiro.

A principal dificuldade do projeto é saber se a nossa amiga Shewanella é capaz de sobreviver no espaço, e se não haverá nenhuma alteração em seu ciclo de vida. E o projeto não é uma expectativa a longo prazo: ainda no primeiro semestre do ano que vem, os cientistas pretendem lançar o satélite. 

Fonte | hypescience

Novo dispositivo pode revolucionar controle da pressão arterial

21/02/2011 - 16h58


Um dispositivo que pode ser usado como um relógio pode revolucionar a forma como a pressão arterial é controlada nos próximos anos, de acordo com pesquisadores de Cingapura e da Universidade de Leicester desenvolveram um dispositivo para medir a pressão na maior artéria do corpo.

A informação foi publicada nesta segunda-feira no site da "BBC News".

    University of Leicester/Divulgação  
  
Novo medidor de pressão sanguínea desenvolvido no Reino Unido

Evidências mostram que a novidade permite uma leitura muito mais precisa do que o medidor de braço.

A tecnologia foi financiada pelo ministério da Saúde do Reino Unido e apoiada pelo secretário de Saúde, Andrew Lansley.

O novo dispositivo funciona por meio de um sensor no relógio que grava as onda de pulsação da artéria, que são passadas para um computador junto com a tradicional leitura da pressão arterial do punho.

Assim, os cientistas são capazes de ler a pressão da aorta, próxima ao coração.

Segundo o professor Bryan Williams, do Departamento de Ciências Cardiovaculares da Universidade de Leicester e do Hospital de Glenfield, "a aorta está a milímetros de distância do coração e perto do cérebro e nós sempre soubemos que a pressão aqui é um pouco menor do que no braço".

Ele disse que o aparelho iria "mudar a forma como a pressão arterial é monitorada há mais de um século" e espera que a tecnologia seja utilizada em centros especializados em breve, antes de ser "usada em larga escala" no prazo de cinco anos.

"A beleza de tudo isso é que é difícil argumentar contra a tese de que a pressão próxima ao coração e ao cérebro é provavelmente mais relevante para o risco de acidente vascular cerebral e doença cardíaca do que a pressão em seu braço", disse ele.

O trabalho de pesquisa foi financiado pelo Departamento de Saúde do Instituto Nacional de Pesquisa em Saúde (NIHR, na sigla em inglês). 

Fonte | folha

A menor aeronave do mundo com câmera faz vôo inaugural


Você já usou a expressão “eu queria ser uma mosca para saber o que estão dizendo”? Agora você pode.

Ele tem 10 cm de envergadura de asas e pesa pouco mais do que 3 gramas. Parece uma libélula e o fato de bater a asas para voar faz com que pareça com uma. Mas é, em realidade, uma aeronave artificial que carrega uma minúscula câmera que transmite vídeo ao vivo e deve ser apenas o prelúdio de zangões aéreos ainda menores, muito menores.

O DelFly Micro, a menor aeronave equipada com câmera do mundo, fez seu primeiro vôo em público hoje no centro de esportes em Delft, na Holanda. A equipe de quatro pesquisadores da Universidade de Tecnologia de Delft o apresentou para a mídia fazendo a primeira demonstração do pequeno veículo.


O objetivo primário dos pesquisadores era estudar a aerodinâmica do vôo dos pássaros e insetos. Depois de estudos feitos com asas cheias de sensores e fumaça eles descobriram que a freqüência ideal para DelFly era de 30 batidas de asas por segundo para que o vôo fosse eficiente.


O próximo passo será fazer o DelFly voar de maneira autônoma, pois atualmente ele necessita de um piloto controlando-o remotamente. O método poderá ser desenvolvido em breve, pois a tecnologia de reconhecimento do terreno através da câmera já existe e foi demonstrada na versão anterior do DelFly.

O DelFly é feito de uma finíssima película PET, usada em suas asas, pau de balsa e carbono para estrutura. Usa uma bateria feita de polímero de lítio de apenas um grama que mantém a aeronave no ar durante três minutos. Sua câmera pesa apenas 0,4 g.


A pequeníssima aeronave voa a respeitáveis 18 km/h.

Quando a autonomia do DelFly Micro for melhorada e sua antena tiver uma capacidade de transmissão de maior distância a aeronave poderá ser utilizada para vôos de reconhecimento em espaços apertados ou perigosos.

Esta aeronave foi criada em apenas um ano, em um programa de quatro anos. O objetivo é alcançar o DelFly Nano; uma micro aeronave que deve pesar apenas um grama e ter 5 cm de envergadura de asas. E, é claro, que a possibilidade de utilizá-la para a espionagem é enorme, principalmente se for equipada com um microfone.


Os pesquisadores informaram que esperam voar com o DelFly Nano em apenas três anos. Mas eles também informaram que a versão Nano será apenas um campo de testes. “Nós sonhamos com uma aeronave do tamanho de uma mosca da fruta”, disse um deles.



domingo, 20 de fevereiro de 2011

Tesla o carro elétrico que você gostaria de ter!

Você que pensou que carro elétrico era coisa de mulher então pense de novo. O tesla é um carro movido a baterias de íons de lítio que faz de 0 a 100 km/h em 4 segundos! Isso mesmo você não leu errado.

As baterias são iguais as que você tem no seu computador, só que ele tem 6831 baterias, por causa disto ele não precisa de nenhuma gota de gasolina, tornando este carro completamente ecológico.


Os pontos contra são de que o carro não tem uma autonomia muito grande, cerca de 350 km e as baterias devem ser trocadas depois de 160.000 km rodados e com certeza não será um precinho camarada. Além do mais para recarregar você deve esperar cerca de 3h30, o que significa que se você não carregar durante a noite.



O carro chega a uma velocidade máxima de 200 km/h e o motor elétrico produz cerca de 250 cv. O rpm pode passar dos 13.000 giros e torque esta presente em 100% a todo o tempo, o que significa que se você acelerar rodando a 100 km/h e acelerar o carro a todo vapor ou melhor a toda eletricidade, ele vai te fazer colar as costas no banco.



Então, depois de conhecer melhor o tesla, você ainda acha que carro elétrico é coisinha de mulher? É melhor começar a rever os seus conceitos.


Fonte | blogdoauto

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Fórmula 1 2011 - Nova Ferrari F150 F1 2011

A Ferrari lançou seu mais novo modelo. A F150 será o modelo que Massa e Alonso tentarão dar mais um título para a mais tradicional equipe da F1. O modelo que é quase idêntico ao modelo de 2010 traz novamente o KERS e a asa traseira móvel, um artifício para melhorar as velocidades em reta. O motor continua sendo um V8 a potencia em torno de 700 cv mesmo que isso seja um segredo de estado.

As imagens são do lançamento e dos primeiros testes do modelo em Maranello. Mudanças até o começo do campeonato serão feitas.  A parte mais bonita sem dúvida é a bandeira italiana no aerofólio traseiro porém duvido que ela não de lugar a algum patrocinador. 

Outro fato curioso é o patrocínio da Tata Consultancy Services do empresário indiano Ratan Tata. Lembrando que é de Ratan o TaTa Nano o carro mais barato do mundo. 








Fonte | bongasat - 28 de janeiro de 2011

Conheça a câmera digital de 570 megapixel, a câmera digital mais potente do mundo.

 
Esta câmera você não pendura no pescoço

Uma câmera enorme está sendo construída por uma equipe internacional de cientistas. Estima que ela terá aproximadamente o tamanho de um carro pequeno. Sua resolução é tão grande quanto sua estrutura: 570 megapixels… É mais de meio bilhão de pixels por foto!

Astrônomos e físicos esperam que a geringonça ajude a resolver um dos maiores mistérios do universo: o que é a energia escura?

Para isso, estão sendo investidos 35 milhões de dólares na supercâmera e, quando estiver pronta, ela será acoplada a um telescópio. Durante cinco anos o telescópio irá fotografar e mapear aproximadamente 300 milhões de galáxias.

A idéia é que, através dessas fotos detalhadas, os cientistas possam mapear a luz dessas galáxias e de supernovas e estudar o crescimento do universo, buscando por evidências da existência de energia escura.

Atualmente sabemos que o universo está se expandindo desde o big bang, mas, em vez de estar fazendo isso em velocidade cada vez menor, por causa da força de gravidade, esse crescimento é acelerado. O palpite dos astrônomos é que a causa disso é a energia escura e, através da supercâmera, eles pretendem provar sua existência.

Fonte | hypescience

Estudante inventa motocicleta solar

Tony Perigo Coiro, um júnior de South Bend, Indiana, recebeu uma patente provisória de sua  motocicleta que utiliza energia solar para reduzir os custos de seu transporte até bem menos de um centavo por quilômetro. As baterias de chumbo-ácido também podem cobrar do plug-in de corrente alternada.

Depois de adquirir uma Suzuki 1978, para US $ 50, Coiro gastou 2.500 dólares reformulação e adaptação da moto, o que lhe dá um alcance de até 24 milhas por carga e velocidade máxima de 45 milhas por hora.

“A experiência de condução é surreal“ , disse Coiro. “Recebo instantânea, aceleração, em silêncio constante que ultrapassa o tráfego urbano. É como montar um tapete mágico. “

Fonte | veiculoeletrico.org

Tenha seu próprio helicóptero espião

Você acha que controlar pequenos helicópteros pelo controle remoto em um dia ensolarado no parque é o máximo? Espere para conhecer o Hawk Eye RC Chopper, um helicóptero espião, que além de ser controlado remotamente por você, também filma e tira fotos.
A melhor parte? Ele custará apenas 65 dólares – cerca de 130 reais.
O lançamento dele é esperado ainda para esse ano e, apesar da qualidade e da duração dos vídeos não ser aquela maravilha (ele filma até cinco minutos, em um enquadramento de 320×240), o RC Chopper ainda é muito barato. Além dos filmes, você pode bater centenas de fotos e, depois, fazer um download do seu material de espionagem diretamente para seu PC usando um simples cabo USB.
Está se perguntando se isso realmente funciona? Confira o teste abaixo:


Fonte | hypescience

Como funciona um volante de um carro de F1?


Os avanços alcançados em tecnologia no mundo da Fórmula 1 não acontece apenas em termos técnicos ou aerodinâmicos, ele está presente em todos os detalhes do carro. Inclusive no volante utilizado para guiar as máquinas.

Pensando nisso, o repórter Marco Mensurati, do jornal italiano “La Repubblica”, entrou no carro de Fernando Alonso e fez uma matéria especial sobre como funciona o volante da Ferrari.
O título “Um computador nas mãos de Alonso” não possui nada de exagero. A complexidade para dirigir um carro de Fórmula 1 está muito além do que pensamos.
Confira alguns detalhes mostrados por Mensurati:

1 – Chave para ligar o ajuste de “flap” frontal.
2 – Botão utilizado para o gerenciamento de motor ao longo da corrida.
3 – Acionar o neutro do carro.
4 – Dispositivo para acionar o limite de velocidade ao entrar para o pit stop.
5 – Regula o diferencial de entrada e saída da curva. Permite um melhor comportamento do carro em pontos importantes da curva.
6 – Regula a inclinação da asa frontal.
7 – Mistura de combustível.
8 – Mapa eletrônico do acelerador. Botão que permite calcular a aderência da pista.
9 – Utilizado para o piloto se comunicar com os boxes via rádio.
10 – Regula as funções da bomba de óleo.
11 – Permite controlar a incidência do “flap” de maneira sequêncial, de meio em meio grau.
12 – É uma espécie de computador do carro. Controla um grande número de funções e varia de equipe para equipe e também de piloto para piloto.
13 – Modifica os parâmetros do visor, que fica na parte superior do volante.
14 – Botão acionado pelo piloto quando está com sede. Ele bebe uma mistura energética para repor os sais minerais do corpo.
15 – Serve para controlar os giros do motor.
16 – Controle de torque.
17 – Chave para responder à equipe.
18 – São ativados em duas fases de partida.
19 – Configura o carro para a pista molhada.

Como vocês devem ter percebido, ser piloto de um carro de F1 não é tarefa para qualquer um.

Fonte | speedteam

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Moto elétrica atinge 210 Km/h e vem equipada com Linux e WiFi


A Mavizen apresentou recentemente em Las Vegas o seu mais novo projeto, uma motocicleta super-esportiva elétrica. A Mavizen TTX02 foi construída em cima do chassis da KTM RC8, no entanto, o motor é elétrico. O sistema embarcado na motocicleta é um Linux com conexão em rede internet sem fio via Wi-Fi.

Mavizen TTX02, moto elétrica com sistema operacional Linux embarcado

A motocicleta é capaz de atingir cerca de 210 KM/H e possui uma autonomia de 65 KM (rodando em condições normais de aceleração).  A motocicleta possui ainda entradas USB que possibilitam a instalação rápida de qualquer acessório periférico. O Sistema Operacional é um Linux, ou seja, seu código fonte é aberto e pode ser modificado livremente. As possibilidades são enormes, conectada na internet poderá requisitar suporte técnico a qualquer momento (que tenha Wi-Fi disponível para conexão). E para finalizar, seu painel é uma tela LCD na qual pode-se inclusive, acessar a WEB, o feliz comprador poderá visitar o motokando.com em sua própria motocicleta, mas atenção, só não pode ver se tem matéria nova quando estiver a cerca de 200KM/H. O preço deste brinquedo não poderia ser outro, cerca de R$ 100.000,00




Ficha técnica Moto Elétrica TTX02:
Peso Seco: 110kg (Sem as baterias)
Altura do assento: 805 mm
Entre-eixos: 1,430 mm
Cáster: 23.3°
Trail: 90 mm
Suspensão dianteira: WP-USD, 43 mm
Curso da suspensão dianteira: 120 mm
Suspensão traseira:    WP-Monoshock
Curso da suspensão traseira: 125 mm
Pneu dianteiro:    120/70-17
Pneu traseiro:    190/55-17
Freio dianteiro:    Duplo disc. Brembo / 320 mm
Freio traseiro:    disco Brembo / 220 mm

Fonte | motokando

Carro para deficientes visuais pode ser tornar realidade

Se você pensa que já viu de tudo nesta vida, é porque ainda não leu esta notícia. Pesquisadores americanos anunciaram na semana passada que testarão em 2011 um protótipo de um carro com recursos que permitem que ele seja guiado por cegos de forma independente e segura. O carro, um Ford Escape, foi criado pela Federação Nacional dos Cegos dos Estados Unidos (NFB, na sigla em inglês) em parceria com a Universidade Virginia Tech.

De acordo com a NFB que desenvolveu uma série de recursos não visuais que ajudam o motorista cego. Entre eles estão luvas vibratórias, que alertam sobre curvas; sopros de ar comprimido no rosto do motorista, para sinalizar obstáculos que se aproximam; uma camiseta vibratória, para dar informações sobre velocidade; e um volante com sinais de áudio, para orientar a direção.

Os pesquisadores dizem que ainda deverá demorar anos até que um modelo de carro seguro para motoristas cegos esteja nas ruas, mas o protótipo já será mostrado na pista de corrida de Daytona, no Estado americano da Flórida, em janeiro de 2011.

“Essa demonstração vai desafiar estereótipos e mitos que impedem nossa total integração na sociedade, mostrando ao público que os cegos têm as mesmas capacidades de outras pessoas”, disse o presidente da NFB, Marc Maurer, ao site de notícias sobre tecnologia TG Daily.
A equipe da NFB e da Universidade Virginia Tech já mostrou um protótipo em 2009 de um buggy adaptado para cegos usado para andar em areia. “O desafio não era o desenvolvimento de um veículo autônomo que pudesse levar uma pessoa cega para todos os lugares, mas a criação de interfaces não visuais que permitiriam a uma pessoa cega tomar decisões na direção”, disse o diretor do Laboratório de Robótica e Mecanismos da Virginia Tech, Dennis Hong, ao TG Daily
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Por Marlos Vidal, 5 de julho de 2010


Fonte | motorpasion

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Você conhece a PowerBall?


O Powerball é uma esfera desenvolvida para fortalecer a musculatura dos dedos, punho e braço, melhorando a resistência e coordenação.

Seu funcionamento é baseado num giroscópio. Tem um rotor que gira dentro de uma esfera externa e que se movimenta de acordo com a velocidade de rotação de seu punho:

Qual a função da NSD Power Ball?

A NSD Power Ball foi desenvolvida para a Nasa para o treinamento de astronautas. Devido a sua eficácia foi disponibilizado no mercado. A NSD Power Ball é a forma mais moderna e eficaz de exercitar mãos, dedos, braços e ombros. É também excelente no treinamento de atletas ou esportistas de várias modalidades como: tênis, golfe, kitesurf, vôlei, escalada, pilotagem de moto ou bicicleta, artes marciais, boxe, etc. A NSD Power Ball tonifica e define a massa muscular, treinando apenas alguns minutos por dia.

Fonte: nsdball

Fabricante da pulseira Power Balance admite que produto não funciona

Empresa Power Balance foi obrigada, na Austrália, a desmentir publicamente os supostos efeitos terapêuticos de suas pulseiras e a garantir o reembolso a consumidores que se sentirem lesados pela propaganda enganosa. 


Em 22 de dezembro, a empresa assinou um termo com o órgão de defesa do consumidor daquele país e se comprometeu a negar a existência de evidências científicas de seus benefícios. 
A filial australiana da Power Balance, cuja sede é nos EUA, já postou essas informações no site oficial e prometeu que os clientes insatisfeitos têm até 30 de junho para pedir reembolso.
Em novembro, a empresa foi multada em 15 mil euros (R$ 33 mil) na Espanha por fazer propaganda enganosa. No mês seguinte, a Power Balance foi multada em 300 mil euros (R$ 663 mil), na Itália. 

EFEITO PLACEBO
 
Os braceletes ganharam fama depois de serem vistos nos pulsos de jogadores de futebol como David Beckham e Cristiano Ronaldo, além dos atores Leonardo Di Caprio e Robert De Niro e do piloto Rubens Barrichello. 
O tricampeão capixaba de surfe Diogo Leão, 29, diz que não tira a pulseira nem para dormir e que continua usando, mesmo com a polêmica. 
"Quando faço algumas manobras de rotação, sinto que meu peso fica mais equilibrado na prancha", diz ele, que usa o bracelete há mais de um ano. "Não sei se o efeito é psicológico, mas para mim tem dado certo." 
A fabricante diz que os hologramas da pulseira melhoram o fluxo de energia do corpo, aumentando a força, o equilíbrio e a flexibilidade. 
Leandro Tessler, professor de física da Unicamp, desmente esses benefícios. "A interação de um holograma com corpo é só visual, mas não interfere na energia." 
Segundo ele, as pulseiras podem ter efeito placebo. "Você se convence e pode até se sentir melhor, mas não há evidência científica comprovando o funcionamento." 

Editoria de Arte/Folhapress/Editoria de Arte/Folhapress


NO BRASIL
 
O reembolso para consumidores lesados só vale para os australianos. No Brasil, a empresa não foi obrigada a adotar essa medida, mas a publicidade dos efeitos terapêuticos está proibida desde 3 de setembro por ordem da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). 
A suspensão foi determinada após reportagem da Folha ter alertado o órgão de que os revendedores brasileiros estavam fazendo publicidade irregular. 
A multa para o caso de infração à norma pode variar de R$ 2.000 a R$ 1,5 milhão.
Segundo a Vigilância, a Power Balance e a fabricante da Life Extreme, sua cópia brasileira, não infringiram a regra depois de publicada. 
A On the Beach, distribuidora das pulseiras americanas no Brasil, informou que "toda a publicidade está em conformidade com as leis vigentes" e que não divulga "falsas promessas de benefícios". A empresa estima que já vendeu 200 mil unidades no país desde 2009.

Fonte: folha.uol.com.br

Minha opinião:

Você conhece aquela frase que diz que há muito mais entre o céu e a terra do que o homem imagina? Pois bem, a ciência tem feito descobertas que para muitos nem em fantasia poderiam existir. Mais ainda, na verdade, a ciência não faz nada além de descobrir aquilo que não conseguimos ainda ver ou perceber. Tudo já está onde está, tudo já existeia até ser percebido. Um inventor apenas descobre um novo jeito de fazer uma máquina funcionar, na verdade para o universo a máquina sempre existiu, daí pergunto, será mesmo que não devemos olhar para aquilo que não entendemos ou não aceitamos com um pouco mais de curiosidade e cautela?

O fabricante da Power balance publicou nota contradizendo informação acima. Penso que seria injustiça minha não publicá-la aqui, ficaria desequilibrado, então leiam também e tirem suas próprias conclusões.

Nota de esclarecimento | Brasil | e | Oficial do Fabricante |


É isso aí ...


Aproveite e faça seu comentário ...

Poste Híbrido de Iluminação Pública

"100% alimentado por energia eólica e solar.

 Empresário cearense desenvolve o primeiro poste de iluminação pública 100% alimentado por energia eólica e solar.  

Projeção em computação gráfica da Avenida Washington Soares, uma das mais movimentadas de Fortaleza, com a utilização do Poste Híbrido.

Não tem mais volta. 

As tecnologias limpas – aquelas que não queimam combustível fóssil – serão o futuro do planeta quando o assunto for geração de energia elétrica. E, nessa onda, a produção eólica e solar sai na frente, representando importantes fatias na matriz energética de vários países europeus, como Espanha, Alemanha e Portugal, além dos Estados Unidos. Também está na dianteira quem conseguiu vislumbrar essa realidade, quando havia apenas teorias, e preparou-se para produzir energia sem agredir o meio ambiente. No Ceará, um dos locais no mundo com maior potencial energético (limpo), um ‘cabeça chata’ pretende mostrar que o estado, além de abençoado pela natureza, é capaz de desenvolver tecnologia de ponta.

O professor Pardal cearense é o engenheiro mecânico Fernandes Ximenes, proprietário da Gram-Eollic, empresa que lançou no mercado o primeiro poste de iluminação pública 100% alimentado por energias eólica e solar. Com modelos de 12 e 18 metros de altura (feitos em aço), o que mais chama a atenção no invento, tecnicamente denominado de Produtor Independente de Energia (PIE), é a presença de um avião no topo do poste.
Feito em fibra de carbono e alumínio especial – mesmo material usado em aeronaves comerciais –, a peça tem três metros de comprimento e, na realidade, é a peça-chave do poste híbrido. Ximenes diz que o formato de avião não foi escolhido por acaso. A escolha se deve à sua aerodinâmica, que facilita a captura de raios solares e de vento. "Além disso, em forma de avião, o poste fica mais seguro. São duas fontes de energia alimentando-se ao mesmo tempo, podendo ser instalado em qualquer região e localidade do Brasil e do mundo", esclarece.
Tecnicamente, as asas do avião abrigam células solares que captam raios ultravioletas e infravermelhos por meio do silício (elemento químico que é o principal componente do vidro, cimento, cerâmica, da maioria dos componentes semicondutores e dos silicones), transformando-os em energia elétrica (até 400 watts), que é armazenada em uma bateria afixada alguns metros abaixo. Cumprindo a mesma tarefa de gerar energia, estão as hélices do avião. Assim como as naceles (pás) dos grandes cata-ventos espalhados pelo litoral cearense, a energia (até 1.000 watts) é gerada a partir do giro dessas pás.
Cada poste é capaz de abastecer outros três ao mesmo o tempo. Ou seja, um poste com um "avião" – na verdade um gerador – é capaz de produzir energia para outros dois sem gerador e com seis lâmpadas LEDs (mais eficientes e mais ecológicas, uma vez que não utilizam mercúrio, como as fluorescentes compactas) de 50.000 horas de vida útil dia e noite (cerca de 50 vezes mais que as lâmpadas em operação atualmente; quanto à luminosidade, as LEDs são oito vezes mais potentes que as convencionais). A captação (da luz e do vento) pelo avião é feita em um eixo com giro de 360 graus, de acordo com a direção do vento.
À prova de apagão.
Por meio dessas duas fontes, funcionando paralelamente, o poste tem autonomia de até sete dias, ou seja, é à prova de apagão. Ximenes brinca dizendo que sua tecnologia é mais resistente que o homem: "As baterias do poste híbrido têm autonomia para 70 horas, ou seja, se faltarem vento e sol 70 horas, ou sete noites seguidas, as lâmpadas continuarão ligadas, enquanto a humanidade seria extinta porque não se consegue viver sete dias sem a luz solar".


O inventor explica que a idéia nasceu em 2001, durante o apagão. Naquela época, suas pesquisas mostraram que era possível oferecer alternativas ao caos energético. Ele conta que a caminhada foi difícil, em função da falta de incentivo – o trabalho foi desenvolvido com recursos próprios. Além disso, teve que superar o pessimismo de quem não acreditava que fosse possível desenvolver o invento. "Algumas pessoas acham que só copiamos e adaptamos descobertas de outros. Nossa tecnologia, no entanto, prova que esse pensamento está errado. Somos, sim, capazes de planejar, executar e levar ao mercado um produto feito 100% no Ceará. Precisamos, na verdade, é de pessoas que acreditem em nosso potencial", diz.
Mas esse não parece ser um problema para o inventor. Ele até arranjou um padrinho forte, que apostou na idéia: o governo do estado. O projeto, gestado durante sete anos, pode ser visto no Palácio Iracema, onde passa por testes. De acordo com Ximenes, nos próximos meses deve haver um entendimento entre as partes. Sua intenção é colocar a descoberta em praças, avenidas e rodovias.

O empresário garante que só há benefícios econômicos para o (possível) investidor. Mesmo não divulgando o valor necessário à instalação do equipamento, Ximenes afirma que a economia é de cerca de R$ 21.000 por quilômetro/mês, considerando-se a fatura cheia da energia elétrica. Além disso, o custo de instalação de cada poste é cerca de 10% menor que o convencional, isso porque economiza transmissão, subestação e cabeamento. A alternativa teria, também, um forte impacto no consumo da iluminação pública, que atualmente representa 7% da energia no estado. "Com os novos postes, esse consumo passaria para próximo de 3%", garante, ressaltando que, além das vantagens econômicas, existe ainda o apelo ambiental. "Uma vez que não haverá contaminação do solo, nem refugo de materiais radioativos, não há impacto ambiental", finaliza Fernandes Ximenes.
Vento e Sol.


Parque Eólico Praias de Parajuru

Com a inauguração, em agosto do ano passado, do parque eólico Praias de Parajuru, em Beberibe, o Ceará passou a ser o estado brasileiro com maior capacidade instalada em geração de energia elétrica por meio dos ventos, com mais de 150 megawatts (MW). Instalada em uma área de 325 hectares, localizada a pouco mais de cem quilômetros de Fortaleza, a nova usina passou a funcionar com 19 aerogeradores, capazes de gerar 28,8 MW. O empreendimento é resultado de uma parceria entre a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) e a empresa Impsa, fabricante de aerogeradores. Além dessa, a parceria prevê a construção de dois outros parques eólicos – Praia do Morgado, com uma capacidade também de 28,8 MW, e Volta do Rio, com 28 aerogeradores produzindo, em conjunto, 42 MW de eletricidade. Os dois parques serão instalados no município de Acaraú, a 240 quilômetros de Fortaleza.Se no litoral cearense não falta vento, no interior o que tem muito são raios solares. O calor, que racha a terra e enche de apreensão o agricultor em tempos de estiagem, traz como consolo a possibilidade de criação de emprego e renda a partir da geração de energia elétrica. Na região dos Inhamuns, por exemplo, onde há a maior radiação solar de todo o país, o potencial é que sejam produzidos, durante o dia, até 16 megajoules (MJ – unidade de medida da energia obtida pelo calor) por metro quadrado.


Essa característica levou investidores a escolher a região, especificamente o município de Tauá, para abrigar a primeira usina solar brasileira. O projeto está pronto e a previsão é que as obras comecem no final deste mês. O empreendimento contará com aporte do Fundo de Investimento em Energia Solar (FIES), iniciativa que dá benefícios fiscais para viabilizar a produção e comercialização desse tipo de energia, cujo custo ainda é elevado em relação a outras fontes, como hidrelétricas, térmicas e eólicas.
A usina de Tauá será construída pela MPX – empresa do grupo EBX, de Eike Batista – e inicialmente foi anunciada com uma capacidade de produção de 50 MW, o que demandaria investimentos superiores a US$ 400 milhões. Dessa forma, seria a segunda maior do mundo, perdendo apenas para um projeto em Portugal. No entanto, os novos planos da empresa apontam para uma produção inicial de apenas 1 MW, para em seguida ser ampliada, até alcançar os 5 MW já autorizados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Os equipamentos foram fornecidos pela empresa chinesa Yingli.
Segundo o presidente da Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece), Antônio Balhmann, essa ampliação dependerá da capacidade de financiamento do FIES. Aprovado em 2009 e pioneiro no Brasil, o fundo pagaria ao investidor a diferença entre a tarifa de referência normal e a da solar, ainda mais cara. "A energia solar hoje é inviável financeiramente, e só se torna possível agora por meio desse instrumento", esclarece. Ao todo, estima-se que o Ceará tem potencial de geração fotovoltaica de até 60.000 MW.

Também aproveitando o potencial do estado para a energia solar, uma empresa espanhola realiza estudos para definir a instalação de duas térmicas movidas a esse tipo de energia. Caso se confirme o interesse espanhol, as terras cearenses abrigariam as primeiras termossolares do Brasil. A dimensão e a capacidade de geração do investimento ainda não estão definidas, mas se acredita que as unidades poderão começar com capacidade entre 2 MW a 5 MW.

Bola da vez.

De fato, em todas as partes do mundo, há esforços cada vez maiores e mais rápidos para transformar as energias limpas na bola da vez. E, nesse sentido, números positivos não faltam para alimentar tal expectativa. Organismos internacionais apontam que o mundo precisará de 37 milhões de profissionais para atuar no setor de energia renovável até 2030, e boa parte deles deverá estar presente no Brasil. Isso se o país souber aproveitar seu gigantesco potencial, especialmente para gerar energias eólica e solar. Segundo o Estudo Prospectivo para Energia Fotovoltaica, desenvolvido pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), o dever de casa no país passa, em termos de energia solar, por exemplo, pela modernização de laboratórios, integração de centros de referência e investimento em desenvolvimento de tecnologia para obter energia fotovoltaica a baixo custo. Também precisará estabelecer um programa de distribuição de energia com sistemas que conectem casas, empresas, indústria e prédios públicos.

"Um dos objetivos do estudo, em fase de conclusão, é identificar as oportunidades e desafios para a participação brasileira no mercado doméstico e internacional de energia solar fotovoltaica", diz o assessor técnico do CGEE, Elyas Ferreira de Medeiros. Por intermédio desse trabalho, será possível construir e recomendar ações estratégicas aos órgãos de governo, universidades e empresas, sempre articuladas com a sociedade, para inserir o país nesse segmento. Ele explica que as vantagens da energia solar são muitas e os números astronômicos. Elyas cita um exemplo: em um ano, a Terra recebe pelos raios solares o equivalente a 10.000 vezes o consumo mundial de energia no mesmo período.

O CGEE destaca, em seu trabalho, a necessidade de que sejam instituídas políticas de desenvolvimento tecnológico, com investimentos em pesquisa sobre o silício e sistemas fotovoltaicos. Há a necessidade de fomentar o desenvolvimento de uma indústria nacional de equipamentos de sistemas produtivos com alta integração, além de incentivar a implantação de um programa de desenvolvimento industrial e a necessidade de formação de profissionais para instalar, operar e manter os sistemas fotovoltaicos."

Por Gevan Oliveira.

Fonte: Revista Fiec